Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

As Teorias da Elsa

Um blog que pretende motivar, inspirar, informar e dar a conhecer sítios e lugares surpreendentes.

As Teorias da Elsa

Um blog que pretende motivar, inspirar, informar e dar a conhecer sítios e lugares surpreendentes.

Intervir pelo dever cívico!

10995684_764403666992321_4543387680036985470_n.jpg

 

Já pensaram que a vida é mesmo um jogo? Uma batalha sem inimigos à vista (alguns)? Um confronto de poderes e ideias? Uma espécie de casa dos segredos, onde vencem sempre os fortes e os que mais se destacam... ou então os coitadinhos, que se pensa serem menos espertos, mas que afinal de burros não têm nada? Quem é a "voz" da nossa vida? Os políticos? A lei e a justiça? A saúde e a doença? O amor e o ódio? Que jogo é este repleto de intrigas, suspeitas, dissabores, corrupção, regras impostas sem pedir opinião, pessoas que mandam sem lhes termos dado poder... pessoas... pessoas... pessoas... pessoas? O que é ser pessoa?

Há dias encontrei alguém que com certeza se achava isso... que disso nada tinha. Quando não se tem educação, não se pode ser pessoa... e estava a jogar... e venceu... e ser pessoa também é tentar impedir que, estas que se julgam o que não são, ganhem. Também não sei se sou pessoa... mas tive de intervir! Intervir pela dignidade do ser humano!

A "senhora", que até parecia ter algum poder económico, obrigou literalmente o funcionário de uma loja a fazer-lhe descontos e a oferecer-lhe artigos à frente do próprio filho (com cerca de 10 anos) que ainda a alertou mais do que uma vez: "Deixa estar mãe, já está bom!". Cada vez que o senhor lhe dizia que não, ela retorquia com um "deixe-se disso!" e colocava o artigo no saco. No final, e isso é que eu não suportei, teve a lata de dizer: "Já viu... fez um bom negócio... já gastei aqui mais de 50 euros..." Tive de lhe pedir que se retirasse, visto que conseguiu o que quis, e que, pelo menos, não continuasse a gozar com as pessoas. Não sei se valeu de muito que alguém a tivesse chamado à atenção, mas não podia continuar a compactuar com o rídiculo da situação. Senti dever cívico de, pelo menos, não ficar calada... Não posso concordar que um ser humano leve a melhor depois de ter vencido outro pelo cansaço. Quero esquecer a ideia de que a vida é um ringue!

Quando virem alguém a impedir de jogarmos com dignidade nesta selva da vida, por favor, façam algo. Por mim, por vocês, por todos nós... podemos jogar, mas não vamos deixar de pensar que existem gerações que estão por vir e que não merecem que a nossa transforme este mundo num jogo desleal.

2 comentários

Comentar post